Os impactos do anticoncepcional na vida da mulher

Dentre as mulheres da sociedade brasileira 81% faz uso de algum método contraceptivo, incluso nesta parcela 27,4% utiliza anticoncepcional como contracepção.

É um numero relevante, e que podemos tirar algumas conclusões a respeito. Os anticoncepcionais além de trazerem consigo a preservação da gravidez (em sua maioria, pois não é 100% eficaz), trás também efeitos colaterais nada agradáveis, como por exemplo, dor de cabeça, enjoos, inchaços, incômodos nas mamas, alterações no humor, diminuição do desejo sexual, e efeitos que podem passar destes e trazerem riscos de vida para própria mulher que o utiliza.

Alguns relatos sobre o uso de anticoncepcional

Um estudo britânico — feito pela Universidade de Nottingham — comprovou que o uso deste método possui um risco 4 vezes maior na formação de coágulos sanguíneos, consequentemente de trombose! A formação científica sempre esteve ciente destes riscos…
Na Holanda a pílula Diane 35 causou a morte de 27 mulheres de menos de 30 anos e as causas foram embolia pulmonar e trombose. Este medicamento já causou diversas mortes não só na Holanda.
A pílula contraceptiva chegou ao mercado na década de 60 o que na época garantiu uma maior emancipação e liberdade feminina, mas vejo que apesar destes benefícios, é preciso pensar na vida e saúde das mulheres que utilizam este método, é preciso divulgar estes dados, pois se quer são falados! Muitas mulheres não estão cientes destes riscos que a indústria farmacêutica não faz questão de pontuar, por que será?

Acho válido ressaltar que a maioria dos médicos receitam a pílula sem ao menos exigir exames antes, é normal receitar um medicamento sem ao menos saber a dosagem que a paciente necessita?

É necessário estarmos por dentro dos riscos que podem afetar nossa saúde, eu sei que para a maioria das mulheres esse é um dos poucos meios de prevenir a gravidez, mas acho viável refletirmos sobre os malefícios da pílula anticoncepcional. Chega a ser cômico, pois outros métodos não estão ao nosso alcance como este, aliás por vezes nem é de nosso conhecimento, nem se quer nos é oferecido pelo atendimento médico.

O que me soa intrigante é que com o avanço da ciência e da indústria farmacêutica não possuímos ainda um “anticoncepcional” para homens… Talvez seja perigoso colocar a vida deles em risco.

Lê, 20, paulista. Criadora da página TODAS Fridas.

2 comments / Add your comment below

  1. Ataques de acne e estado depressivo constante. Com a minha primeira, tinha eu 19 anos (Yasmin) não havia um dia que não chorasse. Quando ao fim de dois meses nesse estado depressivo fui queixar-me a uma médica disse-me que era tudo sugestão, que a pílula não provocava nada mudanças de humor. Nem acne! A pílula era usada para tratar acne, não para criar acne, disse-me. Não acreditei e abandonei a pílula
    Quatro anos depois, aos 23, foi-me de novo prescrita pelo médico, mas de uma marca diferente (Diane). Os impactos foram os exactamente mesmos, mas com um ataque de acne ainda maior que com a Yasmin. Tomei um mês e abandonei quando finalmente me convenci que não fui feita para pílulas.

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