Frida Kahlo foi autêntica.

Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón nasceu em 6 de julho de 1907, no México.
A artista teve uma vida agitada, ainda quando criança contraiu poliomielite, aos 18 anos sofreu um acidente em um trem elétrico e foi literalmente transpassada por uma barra de ferro… Ao encontrá-la para que fosse socorrida, foi encontrada coberta com um pó brilhante dourado. Foi neste período que Frida intensifica o contato com a pintura, e da vida a muitas obras.
O acidente deixou sequelas para sempre no corpo de Frida. Ainda de cama sua mãe colocou um espelho e um cavalete para que ela pudesse pintar, fez vários auto-retratos que é somente parte de suas artes. “Pinto a mim mesma porque sou sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor. Frida Kahlo era uma pessoa com deficiência e ela tentava expor sua realidade através da arte.
Em 1928 tornou- se filiada do Partido Comunista México onde conheceu Diego Rivera, com quem casou-se aos 22 anos.
Uma relação de amor que logo se tornou extremamente abusiva, vários abortos por sua condição física e traições, incluindo com sua irmã mais nova que Diego mantinha um caso. Logo veio a amputação da perna, mas em meio de tantas perdas, Frida conseguia superar “Pés, para que quero se tenho asas para voar”
A vida de Frida não foi fácil e bonita, mas o que a tornou especial foi a forma que ela transformava a sua dor em arte, seja em suas frases eternizadas ou em seus auto-retratos. Apesar de seu fim precoce aos 47 anos Frida nos traz a força de resistir dentro das limitações.
A vida de Frida não é uma inspiração. Não quero um relacionamento abusivo muito menos passar pelas dores físicas, mas sim ter asas para voar e ser o assunto que melhor conheço. O que marca a Frida não são as perdas, mas sim as resignificações.

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